sábado, 18 de agosto de 2012

MEMÓRIA AFETIVA

Esses dias estava assistindo na TV a um filme antigo,THE PARENT TRAP,conhecido no Brasil como O GRANDE AMOR DE NOSSAS VIDAS, a história de duas gêmeas que foram separadas na separação dos pais.Uma das gêmeas morava com a mãe,e a outra morava com o pai.Num acampamento de férias,elas acabam se conhecendo por acaso.No início passam a se odiar,mas depois que se descobrem irmãs acabam armando um plano para os pais voltarem. Elas trocam de lugares .A que morava com o pai vai passar uns tempos com a mãe,que não conhecia. E vice-versa. A gêmea que vai morar com a mãe,encontra pela primeira vez com o avô materno.Quando ela o abraça,passa a cheirar sua roupa,seu cabelo,causando um certo constrangimento no velho senhor. - O que você está fazendo,menina? - Construindo uma memória afetiva.- disse ela continuando a cheirar. - Como assim ? - Mais tarde,quando eu estiver me lembrando do senhor,ou contando sobre o senhor para os meus filhos,quero me lembrar não somente do senhor,mas do cheiro que eu sentia quando a gente se abraçava ou conversava. Fiquei tentando usar esta “metáfora” para a vida da minha empresa.Pensando em criar uma “memória afetiva”,como eu sinto quando vou a um local bacana.Na Loja M.Martan eu sinto o cheiro da porta,e me traz ótimas referências sobre ela.No consultório da minha médica,o aroma que ela colocou foi Lavanda Pop,misturando com o cheiro do café delicioso que ela sempre prepara pra mim no maior carinho. Enquanto tento encontrar um “cheiro especial” para colocar na minha empresa para trazer “memórias afetivas” para os clientes,procuro pensar nas ocasiões em que os cheiros estiveram presente na minha vida profissional e pessoal e o quanto foram importantes.

4 comentários:

Mônica disse...

Monica
Minha xarasinha. que surpresa ve-la por aqui!
memoria afetiva eu tambem sinto . Do meu avô e avó eu lembro do cheiro deles.
E de outras pessoas queridas por mim que já se foram!
com amizade Monica

Nita disse...

Eu também tenho, muita memória afetiva...

Nita disse...

Também tenho memória afectiva, de pessoas que já partiram...

Nina disse...

So de pensar numa maldade dessa, separar filhos, da um aperto no coracao, cruzes...